Kardecismo
Esta postagem é complementar a uma anterior, sobre Espiritismo.
Os doutrinadores espíritas, muitas vezes, durante as suas enganosas argumentações, numa linguagem “mansa” e “reverente”, citam os textos bíblicos que, aparentemente, apoiam seus errôneos ensinamentos, mas são capazes de desconhecer imediatamente a Bíblia como livro infalível, autêntico e divinamente inspirado; de rotulá-la como velha e ultrapassada; e de negar, furiosos, que ela seja a Palavra de Deus… basta que um cristão genuíno e conhecedor da Bíblia cite um ou alguns dos muitos versículos ou passagens bíblicas que condenam as práticas e as doutrinas espíritas.
Veja bem: estamos falando aqui estas palavras, talvez duras, mas verdadeiras, visando esclarecer particularmente aos espíritas sinceros, que, entregues às suas práticas, supõem estar obedecendo a vontade de Deus e observando os ensinamentos de Jesus.
Por não terem sidos ainda alcançados pela luz do Evangelho de Jesus Cristo, desconhecem o quanto o espiritismo é contrário às doutrinas bíblicas, e ao que Jesus ensinou.
Enganados estão todos aqueles que supõem ter Allan Kardec respeitado, durante o seu trabalho como codificador do espiritismo, a autoridade da Bíblia.
Para Kardec ela está cheia de erros: “A Bíblia, evidentemente, encerra fatos que a razão, desenvolvida pela ciência, não poderia hoje aceitar e outros que parecem estranhos e derivam de costumes que já não são os nossos”, diz arrogantemente o maioral dos espíritas na página 87 do livro A GÊNESE.
No livro O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Kardec, após declarar que os Dez Mandamentos são de caráter divino por pertencerem a todos os tempos e países, nega a inspiração divina do Pentateuco (os cinco primeiros livros da Bíblia), afirmando:
“Todas as outras são leis que Moisés decretou, obrigado que seria a conter, pelo temor, um povo, em seu natural, turbulento e indisciplinado, no qual tinha ele de combater arraigados abusos e preconceitos adquiridos durante a escravidão no Egito. Para imprimir autoridade às suas leis, houve que lhes atribuir origem divina, conforme fizeram todos os legisladores dos povos primitivos. A autoridade do homem precisava apoiar-se na autoridade de Deus; mas só a ideia de um Deus terrível podia impressionar criaturas ignorantes…”
FEB, 1956, págs. 56,57
Seriam necessárias mais provas sobre a opinião blasfema e irreverente de Allan Kardec sobre a Bíblia?
Vemos que, além de negar a inspiração do Pentateuco, Kardec acusa Moisés de ter fingido proferir palavras ditadas por Deus, e de ter feito uso da autoridade divina (que, segundo ele, Moisés não tinha) para amedrontar um bando de pobres ignorantes, conforme algumas pessoas costumam fazer com as crianças, contando-lhes histórias de “bicho-papão” para amedrontá-las e torná-las obedientes.
Mas o pior de tudo é que Kardec também ataca os cristãos protestantes, que seguem puramente os ensinamentos bíblicos, afirmando que eles:
“ter-se-ão possivelmente enganado quanto ao sentido das palavras do Senhor, ou dado interpretação falsa aos seus pensamentos….”
A GÊNESE, pág. 386
Esse mau exemplo, essas opiniões blasfematórias foram e continuam sendo imitadas por muitos espíritas do Brasil, como, por exemplo, Carlos Imbassay:
“Nem a Bíblia prova coisa nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. O espiritismo não é ramo do cristianismo… não assenta os seus princípios nas Escrituras. Não rodopia junto à Bíblia… a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome espiritismo”
À MARGEM DO ESPIRITISMO, FEB, 1981, pág. 214
O sucessor de Allan Kardec vai mais além:
“A Bíblia não pode ser considerada produto da inspiração divina. Ela é de origem puramente humana, semeada de ficções e alegorias, sob as quais o pensamento filosófico se dissimula e desaparece o mais das vezes.”
LEON DENIS - CRISTIANISMO E ESPIRITISMO, FEB, pág. 130
Eis aí mais um renomado doutrinador espírita mostrando a natureza visceralmente anticristã, antibíblica, irreverente e blasfematória do espiritismo… é exatamente assim que o diabo gosta de falar usando os seus!
Os espíritas devem se conscientizar de que a Bíblia não é um simples livro e sim a Palavra de Deus: não há EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, não há LIVRO DOS ESPÍRITOS ou outro qualquer livro que a supere!
A verdade nela contida permanecerá como o firmamento no Céu (veja Salmos 119:152), desafiando a transitoriedade dos acontecimentos e da vida sobre a face da terra (Isaías 40:8), desafiando Kardec, o espiritismo e os “espíritos” que atuam no mundo, pois NADA conseguirá suplantá-la, foi o que nos garantiu Jesus:
“O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar." (Mateus 24:35)
Ninguém conseguirá contradizer ou suplantar os ensinamentos de Jesus, pois Sua palavra permanece eternamente.
São injustas, enganosas e inspiradas pelo diabo, o pai da mentira, as afirmações que põem em dúvida a inspiração divina da Bíblia:
“Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo." (2 Pedro 1:21)
Oh, meu amigo, saia enquanto é tempo desse tal de kardecismo!
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