PARA O PÚBLICO QUE TEM NA BÍBLIA SUA REGRA DE FÉ E VIDA. QUAISQUER OUTRAS OBRAS OU CITAÇÕES SERÃO APENAS CONSIDERADAS COMO "OBJETO A SER ANALISADO". SE FOI EDIFICADO, COMPARTILHE! EM QUAISQUER OUTRAS CONDIÇÕES: LEIA OBSERVAÇÕES NOS COMENTÁRIOS. |
- Há somente um Deus, e que o conhecimento do homem vem de Deus, através de seus mensageiros.
- Um novo mensageiro aparece no mundo a cada milênio, aproximadamente, para reacender o amor de Deus nos corações dos homens e para iniciar uma nova era.
- O mensageiro de Deus para esta época é Bahá-Allah ("A Glória de Deus").
- Bahá-Allah, que surgiu na Pérsia, em meados do século XIX, é o prometido anunciado por Moisés, Jesus Cristo e outros mensageiros. Foi enviado por Deus para trazer paz e unidade para todo o mundo.
- O Báb (A Porta)
- Foi o Profeta Arauto da Fé Bahai. Além de ter sido considerado um mensageiro de Deus, ele preparou o povo para a vinda de Abdul-Bahá. Foi martirizado em julho de 1850.
- Abdul-Bahá ("O Servo de Deus")
- Foi o filho mais velho de Bahá-Allah e o Centro do seu Pacto. Ele o indicou como seu sucessor. Embora não fosse um profeta, sua posição é muito destacada dentro do Bahaísmo. Tudo o que ele disse e escreveu tem a mesma autoridade que as palavras de seu pai. Abdul-Bahá morreu em 1921.
- Shoghi Effendi
- O neto mais velho de Abdul-Bahá, foi por ele nomeado em sua última Vontade e Testemunho, como Guardião da Fé Bahai e Intérprete da Palavra de Deus.
Sob sua direção, os alicerces da Ordem Administrativa Bahai foram firmemente estabelecidos em todo o mundo. Os seus escritos são revestidos de autoridade, de acordo com o conceito Bahai.
Morreu em 1957 e está sepultado em Londres. - Mãos da Causa
- Shoghi Effendi indicou um número de Bahais proeminentes como "Mãos da Causa de Deus". Seus deveres especiais são ensinar e proteger a fé Bahai por todo o mundo.
- proclama a unidade de Deus e de seus profetas;
- reconhece a unidade básica de todas as religiões e a unidade da raça humana;
- afirma que a religião deve caminhar lado a lado com a ciência, ordeira e progressivamente;
- encoraja a independente pesquisa da verdade;
- exalta o trabalho realizado em espírito de serviço e grau de adoração;
- condena todas as formas de superstição ou preconceitos, sejam religiosos, raciais, de classe ou nacionalidade;
- proclama o princípio de iguais oportunidades, direitos e privilégios para homens e mulheres;
- advoga a educação compulsória para todos;
- provê as instituições necessárias para estabelecer e salvaguardar uma paz universal permanente como meta suprema da humanidade.
- Um mundo unido quanto à sua política, religião, cultura e educação segundo um currículo comum, universal.
- Um mundo no qual a guerra é banida para sempre e as energias da humanidade são aplicadas exclusivamente em empreendimentos construtivos.
- Um mundo onde os homens veem uns aos outros como irmãos e onde as diferenças de cor, raça, credo e nacionalidade já deixaram de ser fatores de preconceitos, sendo, ao contrário, elementos de aprazível variedade numa vasta cultura cosmopolita.
- Um mundo isento de barreiras alfandegárias, havendo um próspero intercâmbio internacional de mercadorias.
- Um mundo onde as barreiras de línguas são superadas pelo uso de um idioma auxiliar universal.
- Um mundo no qual o conflito longo e amargo entre capital e trabalho é substituído por cooperação efetiva, baseado na repartição dos lucros e na mutualidade dos interesses.
- Um mundo de abundância onde a riqueza individual é limitada e a miséria é abolida definitivamente.
- Um mundo no qual a ciência anda de mãos dadas com a religião e o conhecimento é dedicado ao progresso humano.
- Um mundo, acima de tudo, que reconhece Deus e procura seguir os caminhos da retidão e da paz.
- Quanto à crença em Deus, o bahaísmo é nitidamente panteísta, isto é, furta a atenção e a crença de seus adeptos do Deus-homem, transferindo-as para o Homem-deus. Numa de suas publicações de 1914, lê-se a seguinte declaração: “Além deste homem (Bahá-Allah), não existe outro ponto de concentração. Ele é Deus”.
- O bahaísmo tem muito em comum com o teosofismo, o espiritismo e a Maçonaria: proclama a união das religiões, a perfeição do homem independentemente de Cristo, e sustenta um ensino sincretista, respectivamente.
- O ensino de que um novo mensageiro de Deus aparece no mundo a cada milênio não tem apoio nas Escrituras: já são passados quase dois mil anos desde que Cristo, o Mensageiro prometido no Antigo Testamento, veio, e, após ressuscitar dos mortos, passou a seus seguidores a responsabilidade de encher o mundo das boas-novas do Evangelho (Mateus 28:19-20; Marcos 16:15).
Não obstante haja aqueles a quem Deus dota de uma chamada específica para pregar o Evangelho, todos os crentes têm uma chamada geral e uma responsabilidade universal para testemunharem do Evangelho de Cristo (Atos 1:8). - O mensageiro de Deus para esta época são todos os crentes conscientes e responsáveis (Atos 1:8).
- Moisés anunciou a vinda de Cristo, como um profeta semelhante a ele (Deuteronômio 18:15), porém, Cristo não anunciou a vinda de nenhum mensageiro humano, pelo contrário, anunciou a vinda do Espírito Santo (João 16:7).
- Somente Jesus Cristo é a porta (João 10:7-9).
- Não obstante todos os crentes serem servos, só Cristo é tido como “O Servo de Deus” por excelência (Mateus 20:28).
- Cristo destinou o Espírito Santo como intérprete da sua Palavra (João 16:13-14).
- A conservação da fé é batalha não de uns poucos privilegiados, mas de todos os servos de Deus (Judas v.3).
- O pecado não existe. A única diferença entre os homens está no grau. Alguns são como crianças ignorantes que precisam ser educadas.
- A revelação de Jesus Cristo foi exclusiva para a sua própria época. Atualmente já não é o ponto de orientação para o mundo.
- Cristo aceitou todos os seus sofrimentos sobre si para provar a imortalidade do seu espírito.