Adoração ao Diabo no Vaticano
Nada podemos contra a verdade, senão pela verdade.
Seja um bom investigador: a internet nos fornece muitos meios e muitas opções.
Compare depois tudo com a Bíblia, e verifique se estamos inventando: analise e medite sobre o assunto a seguir.
Veja:
“E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?” (Apocalipse 13:4)
Uma ostensiva adoração a Satanás tem-se tornado comum dentro da Igreja Católica Romana. A Bíblia diz:
“Um abismo chama outro abismo.” (Salmos 42:7a)
A Igreja Católica Romana foi fundada oficialmente em 314, d.C., com o rótulo de “cristã”, pelo imperador pagão Constantino e pelo bispo cristão apóstata, Silvestre (que, na linha dos “sucessores de Pedro”, ocupa a segunda cadeira, de 314 a 335).
Essa “igreja” foi constituída numa ecumênica mistura religiosa de cristianismo, judaísmo e paganismo.
Como a história se repete, o Ecumenismo trouxe de volta todas as características dos primeiros tempos do cristianismo apóstata, com o Concílio Vaticano II: a partir dele, alguns membros da alta hierarquia católica têm avançado muito além da perversão dos falsos dogmas da ICR, dedicando-se, de corpo e alma, à adoração do “príncipe das trevas”.
Segundo informações de algumas confiáveis testemunhas, Satanás tem penetrado em todos os corredores do Vaticano, até mesmo na Catedral de São Pedro.
Muitos padres e bispos têm feito pactos de lealdade ao Diabo, assinando esses pactos com o próprio sangue.
Tais acusações não têm partido de escritores ou jornalistas protestantes (os críticos mais comuns da Igreja Romana), mas de altos prelados do próprio Vaticano!
Dizem eles que o satanismo já atingiu um grau tão elevado dentro do Vaticano, que até mesmo o papado já foi contaminado pelo mesmo e que muitos padres e freiras nos Estados Unidos — e em todo o mundo — têm feito os seus pactos “hemoplásticos” (como no caso das freiras enclausuradas, que assinam pactos de sangue em obediência aos padres e madres superiores).
Um dos grandes cardeais dentro do Vaticano (chefe dos exorcistas) deu com a língua nos dentes e propalou que “se o diabo tem uma casa, a sua casa é aqui” (fonte: Sistema Globo).
Durante a Idade Média, muitas cristãos e judeus inocentes foram queimados na fogueira, sob a acusação de feitiçaria.
Um desses casos foi o da francesa Joana d´Arc, acusada de feitiçaria, queimada e mais tarde canonizada (santificada) pela Igreja “infalível”…
Na década de 1990, o ex-padre jesuíta Malachi Martin (falecido em Nova Iorque, no dia 27/07/1999) expôs uma arrasadora crítica à Igreja Romana, instituição da qual ele se desligou, desiludido, após ter ali permanecido por 10 anos.
Durante seis anos (1958-1964) Martin esteve pesquisando a escabrosa história da ICR dentro do Vaticano e, após ter-se desligado da mesma, ele escreveu e publicou alguns livros, sendo o “Hostage to the Devil” (Refém do Diabo) um dos mais contundentes. Nesse livro, Martin faz declarações deste quilate:
“Sim, é verdade: Lúcifer foi entronizado dentro do Vaticano.”
Quando entrevistado pela revista “Fatima Crussader”, Martin confirmou essa declaração, expressando tristeza e amargura ao constatar que a ICR, da qual fazia parte há tantos anos, tornou-se moralmente decadente e espiritualmente réproba a partir dos anos 1960.
Assim como os Beatles ajudaram a liquidar a fé e a moral da Inglaterra, tornando-se os deuses pagãos do mundo ocidental através da satânica música rock, diz Martin que:
“Qualquer pessoa que esteja a par dos feitos do Vaticano, nos últimos 35 anos, deve saber que o ‘príncipe das trevas’ já fixou residência dentro da corte de São Pedro.”
Em seu best-seller, “The Keys of This Blood”, Martin oferece um grande apoio ao papa João Paulo Segundo no seu intento de governar o mundo.
Contudo, logo após ter publicado esse livro, Martin começou a duvidar dos sinceros propósitos da ICR de promover a reconstrução global. Dizia ele que não conseguia entender como o papa JP2 tem permitido que o satanismo se instale, e cada vez mais se desenvolva, dentro da ICR.
Uma informação desse tipo, partindo de um ex-padre jesuíta em cuja Ordem o ocultismo era praticado pelo seu próprio fundador — Inácio de Loyola — é simplesmente chocante. Diz Martin que:
“Rituais meticulosamente organizados têm blasfemado e mascarado diabolicamente o santo sacrifico da Missa”.
Contudo, o autor cristão, Dr. Ronald Cooke, em seu livro “Antichrist and Optimism”, dá sua opinião a respeito do assunto, criticando uma declaração do pregador Billy Graham (semelhante à de Martin) sobre a chamada “missa negra”:
“A mais infame blasfêmia do ritual satânico é a missa negra. Peterson descreve como os participantes tentam subverter tudo que conhecem sobre o Cristianismo. O crucifixo é pendurado de cabeça para baixo. O altar é coberto de preto, em vez de branco. Os hinos são cantados de trás para a frente. O ritual é executado por um sacerdote despido de vestes sacerdotais…”
(Billy Graham, “Approaching Hoofbeats”, Avon Books, NY, 1983, pág. 85)
A isso responde o Dr. Cooke:
“É realmente triste constatar que os reformadores ingleses foram todos martirizados, não por causa da ‘missa negra’, mas por causa da missa católica romana.
Preocupar-se se o crucifixo, que é um ídolo, fica pendurado de cabeça para baixo ou na posição correta, demonstra de fato uma ignorância monumental em relação à Bíblia.
Nenhum cristão verdadeiro deveria comparecer diante de um altar, quer esteja ele coberto de branco, vermelho, amarelo ou preto, ora bolas!”
(“Antichrist and Optimism”, cap. 16)
Se Malachi Martin fosse a única autoridade dentro da Igreja Romana a fazer essas acusações, poderíamos considerá-las fruto de uma frustração religiosa e, até, arquivar o assunto.
Contudo, nos idos de 1976, o próprio papa Paulo VI afirmou, numa reunião de prelados, que:
“A fumaça de Satanás penetrou no Santuário da Catedral de São Pedro” — e prosseguiu dizendo que — “havia sido informado de que ali eram rezadas missas negras, exatamente no lugar onde o papa celebrava as santas missas”.
Diante de milhares de assistentes ao Congresso Internacional de Fátima, no Ano 2000, o Arcebispo Milingo, exorcista e autor do best-seller “Face to Face with the Devil” (Cara a Cara com o Diabo), disse que a adoração a Satanás dentro da ICR é “a terceira dimensão do mal, sendo ela a mais perigosa de todas, porque é sutil e por demais tenebrosa”.
Disse ainda que “mal pôde acreditar, quando descobriu a existência dessa ‘terceira dimensão’ dentro da ICR, porém não era de estranhar, considerando que Judas Iscariotes fazia parte do grupo dos Doze!”.
Em João 6:70, Jesus afirma que Judas “é um diabo”.
Em João 13:27, lemos que, após receber o pão das mãos de Jesus, “entrou nele (Judas) Satanás”.
Isso mostra como os que parecem estar mais próximos de Jesus podem ser verdadeiros ministros de Satanás.
Milingo lamenta que o Diabo esteja recebendo proteção dentro da ICR, como se fosse um animal de estimação, e que os exorcistas até tenham sido proibidos de exercer suas funções dentro da mesma.
Afirma também que, certamente, existem padres e bispos transformados em seguidores de Satanás.
Em seu livro “The Spirit of Roman Catholicism”, a ex-freira Mary Ann Collins, no extenso capítulo 12, apresenta a inacreditável revelação de que muitos padres e freiras ligados à Ordem Jesuíta estão praticando o mais agressivo ocultismo da Nova Era, com toda a imoralidade daí resultante.
O catolicismo americano se aliou de tal modo à Franco-Maçonaria nos EUA, que a esta organização se filiaram centenas de padres e bispos católicos.
Em 1980, o poderoso Cardeal Terrance Cooke, de Nova York, discursou para uma assembleia de 3.000 maçons, usando palavras assim:
“Conheço a vossa firme crença num Ser Supremo, o Grande Arquiteto do Universo, e os grandes escritos sagrados, entregues aos membros da vossa religião. Eu vos saúdo pela lealdade e zelo dedicado a esses valores antigos.”
As palavras do Cardeal Cooke foram cuidadosamente calculadas, sabendo ele a real significação das mesmas: para quem não sabe, o “Grande Arquiteto do Universo” não é outro senão Lúcifer, o qual se disfarça, na literatura maçônica, sob os nomes de Zoroastro, Shiva, Abadom e outros deuses do paganismo.
Quanto aos “escritos sagrados” da Franco-Maçonaria, todos eles provêm da religião da antiga Roma, todos eles copiados da religião egípcia e babilônica.
O satanismo tem se tornado uma prática normal também nas falsas igrejas evangélicas como, por exemplo, a dos mórmons, segundo informação do “Bible Baptist Ministries” em 10/06/2000: há alguns anos, líderes do mormonismo admitiram que rituais satânicos têm sido praticados por alguns “elderes” dessa “igreja”.
O mesmo tem acontecido, também, em algumas igrejas metodistas e pentecostais, onde o satanismo já é praticado, principalmente entre os episcopais, anglicanos, presbiterianos e luteranos.
Ao contrário da crença protestante, o diabo não é apenas “católico”.
De fato, ele é totalmente ecumênico e se agrega a qualquer falsa religião ou seita, pois é um ser interdenominacional: para ele, qualquer religião ou crença é boa, contanto que não se apoie com exclusividade no Senhor Jesus Cristo e na Bíblia King James, que no Brasil é a “FIEL”, da Trinitariana.
Contudo, essa penetração do satanismo nas igrejas “protestantes” não nos surpreende, desde que essas igrejas deixaram de protestar contra o erro…
A profecia bíblica já nos havia alertado contra a chamada “operação do erro” (2 Tessalonicenses 2:11-12) na qual iriam mergulhar muitos dos que não se apegassem à VERDADE — Jesus Cristo (João 14:6) e Sua Santa Palavra (João 17:17) — preferindo se engajar na operação do erro doutrinário: o Anticristo é apresentado (tanto em Daniel quanto em Apocalipse) como um cordeiro que usa chifres e vai dominar sobre todos os incrédulos e apóstatas do planeta.
Desse modo, podemos entender por que Satanás já se instalou confortavelmente dentro da Igreja Romana: o assento “666” do Parlamento Europeu continua vago, à espera do seu ocupante.
O Ecumenismo, que tem promovido a união de todas as religiões sob as bases de uma falsa fé e de um falso amor, é o movimento preparatório para a chegada do “homem do pecado”, o qual receberá toda a sua energia de Satanás.
Temos ouvido rumores de guerras pelo mundo inteiro; a decadência moral chegou ao ápice; a corrupção política é generalizada; a violência se instalou nas grandes e pequenas cidades… tudo isso é um sinal evidente da derrocada final da civilização cristã, dando vez ao estabelecimento da religião mundial, com o “Big Brother” de Orwell no comando de tudo e de todos.
A Internet, para a qual até já foi nomeado um “padroeiro” católico — santo Isidoro, o qual, indiretamente, foi o pai da inquisição, através dos “Falsos Decretos” — vai conectar o “Big Brother” aos “hereges” numa fração de minuto.
Da Igreja de Pérgamo, que em Apocalipse 3:12-17 é chamada de “trono de satanás”, procedem algumas insígnias usadas, ocultamente, pela hierarquia romana/Nova Era.
Segundo Hislop, em seu livro “The Two Babylons”, símbolos misteriosos foram trazidos de Pérgamo para Roma, sendo um deles o símbolo do deus “Esculápio” (da Medicina), que é uma serpente (= satanás).
Não é de admirar, então, que um cientista italiano venha a se tornar o primeiro criador de um clone humano (os boatos sobre os clones da seita americana ainda não foram confirmados), levantando-se contra tudo que se chama Deus Criador!
Por tudo isso, concordamos com os escritores protestantes e católicos que afirmam ser o Vaticano — o Refém de Satanás!
Fonte: Mary Schultze, para o Centro de Pesquisas Religiosas
Informações complementares: Adail Campelo
Adaptação: Teophilo
Informações complementares: Adail Campelo
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